18 de Outubro de 2019

GOOGLE LEVA DOIS ANOS A CONSUMIR ENERGIA RENOVÁVEL

Desde um ponto de vista energético, os centros do gigante da Internet de Larry Page e Sergei Brin são sete vezes mais eficientes que há cinco anos atrás graças aos avanços na inteligência artificial e no desenho de chips. Pelo segundo ano consecutivo (2018), todas os escritórios, assim como o centro de dados da Google é alimentado com recurso a energias renováveis.


lapublicidad.net

A compra de energia limpia por parte da companhia iguala assim o uso global anual de electricidade das suas instalações, posicionando a organização como a primeira da sua importância em conseguir algo assim. Mas como conseguiram? Mediante contratos a largo prazo e aos revolucionários Acordos de Compra de Energía, PPA ou Power Purchase Agreement: os contratos de compra e venda de energia que, segundo os expertos, estão a revolucionar o futuro da energia renovável.

Isto inclui que tanto o comprador como o vendedor a operação comercial, calendário de entrega, sanções por entrega insuficientes e condições de pagamento entre as partes. Se se tratar de contratos de maior impacto existem outros métodos de compra que estimulam a construção de novos projetos renováveis. Um exemplo é possível ser encontrado nos chamados Créditos de Energias Renováveis desagregados.

Google apostou por esta estratégia na hora de adquirir electricidade de parques eólicos ou solares construndo perto da suas instalações. Segundo um comunicado oficial: “Ao longo de 2018, a compra de energia da empresa manteve-se sempre ao mesmo nível que a nossa procura graças a vários projetos impulsados com este tipo de contratos, que incluem três parques eólicos na Escandinávia, dezenas de turbinas eólicas no Oklahoma e mais de 120.000 placas solares nos Países Baixos”.

Não é nenhum segredo a complicação de um plano similar, o qual requereu a associação com diversas companhias de serviços públicos e outros grandes compradores de energia. Google lança assim a Aliança de Compradores de Energia Renovável, e tem como objetivo catalizar 60 gigavatios de novas compras de energia renovável para 2025. “Utilizar energia limpa tem sentido a nível económico em grande parte do mundo, mas segue sendo difícil de aceder a ela para muitas empresas”.

Conseguiremos colocar este tipo de alternativa disponível de forma mais fácil a qualquer tipo de negócio e assim conseguir que cada vez mais empresas desempenhem um papel na luta contra as mudanças climáticas que hoje em dia se converteram numa grande prioridade. Tomarão outras grandes organizações o exemplo da Google?

Fonte: EFE