Revolução Sexual: Ep.1. O Direito ao Prazer

Desde 1948 até 1968, a conquista do direito ao prazer perturbou a consciência e o comportamento social. O biquíni e a minissaia para as raparigas, o cabelo comprido para os rapazes, o galanteio ou a anticoncepção, provam que a revolução sexual, apesar de hedonista e festiva, não virava as costas à luta política. A geração do baby boom tornou-se numa ponta de lança e foi a força motriz que defendeu uma libertação efetiva dos costumes, do discurso e das aparências. Na medida que desafiava as normas estabelecidas e a censura, cada uma daquelas lutas, transformou-se numa pequena revolução.

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